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O Higex na FISPAL 2026: o que vimos no maior evento de alimentos e bebidas da América do Sul

A FISPAL Tecnologia é reconhecida como o maior evento de tecnologia para a indústria de alimentos e bebidas da América do Sul. A cada edição, a feira reúne os principais players e especialistas do setor em torno das soluções em automação, processos e embalagens que moldam o futuro da indústria, criando um ambiente voltado à inovação e à troca de conhecimento técnico. Realizada no São Paulo Expo, entre os dias 16 e 19 de junho, a FISPAL 2026 reuniu 48 mil visitantes, mais de 500 expositores e 58 mil metros quadrados de exposição, com mais de 24 horas de conteúdo ao longo dos quatro dias. Para a Higex, participar de um evento desse porte representou a oportunidade de aproximar 24 anos de experiência em controle microbiológico industrial de um público altamente qualificado, vindo dos mais diversos segmentos da indústria de alimentos e bebidas. Durante os quatro dias de feira, o time da Higex conversou com profissionais de panificação, frigoríficos, laticínios, bebidas e alimentos secos. Apesar das diferenças entre os segmentos, alguns desafios apareceram repetidamente. As perguntas raramente eram sobre qual produto comprar. Eram sobre onde, exatamente, o risco microbiológico ainda escapava ao controle, mesmo em operações com rotinas de limpeza bem estabelecidas. Essa recorrência aponta para uma verdade que orienta o trabalho da Higex: o controle microbiológico industrial não é uma questão de escolher a solução certa, e sim de mapear corretamente onde a contaminação se esconde. Cada ponto cego tem uma lógica própria, e exige uma resposta à sua altura. O problema é geográfico, não genérico. A intuição mais comum em segurança dos alimentos é tratar a higienização como uma tarefa uniforme: limpar bem, sanitizar, repetir. Essa lógica funciona para as superfícies acessíveis e visíveis, mas falha justamente onde o risco costuma se concentrar. A contaminação microbiológica não se distribui de maneira homogênea por uma planta industrial. Ela se acumula em zonas com características físicas distintas, e cada uma dessas zonas impõe uma barreira diferente à ação convencional de limpeza. Há a superfície que parece limpa mas abriga colônias invisíveis a olho nu. Há os pontos de difícil acesso, onde o pano e o jato de água simplesmente não chegam. Há os ambientes onde a própria água da higienização vira um fator de risco. Reconhecer essa distribuição desigual é o primeiro passo para sair da limpeza genérica e entrar no controle dirigido. Não se trata de limpar mais, e sim de entender que cada zona pede um instrumento próprio. A operação que enxerga o seu processo como um mapa de pontos críticos, e não como uma superfície única a ser esfregada, está em posição muito mais sólida para proteger a segurança dos alimentos que produz. É essa leitura por zonas que estrutura o portfólio técnico da Higex, e é também o que melhor responde às perguntas que ouvimos no estande. O que não se vê: a zona da detecção O ponto de partida de qualquer controle eficaz é saber onde olhar, e aqui reside a primeira lacuna. Superfícies que passam na inspeção visual e até no toque podem abrigar biofilme, estruturas microbiológicas que aderem aos equipamentos e resistem à limpeza comum. Sem uma forma de revelar esses pontos, a operação trabalha às cegas, alocando esforço de higienização onde é mais fácil, não onde é mais necessário. O Bioview responde a essa lacuna ao permitir a detecção de biofilme nas superfícies da linha, transformando um risco invisível em informação acionável. É o instrumento que converte suposição em diagnóstico, e que dá sentido a todas as etapas seguintes. Onde o pano não chega: a zona da dispersão Mesmo com o diagnóstico em mãos, parte do ambiente industrial permanece fora do alcance da ação mecânica. Tetos, estruturas elevadas, vãos, equipamentos de geometria complexa e cantos de difícil acesso formam um conjunto de superfícies que a limpeza manual cobre de modo incompleto. É nessa zona que a desinfecção por fumaça atua como complemento. O Smoke Tech dispersa o agente desinfetante pelo ambiente, alcançando superfícies que o pano e o jato direcionado não atingem, com eficácia comprovada para um conjunto de microrganismos relevantes registrado em ficha técnica. Vale a precisão: o Smoke Tech é uma rotina preventiva e complementar à higienização convencional, nunca um substituto dela. Sua função é fechar a lacuna de cobertura, não eliminar as etapas que já funcionam. Onde a água é o problema: a zona seca Há setores e ambientes em que a própria água da higienização introduz risco em vez de removê-lo. Panificação, doces, chocolate e alimentos secos operam em condições onde a umidade residual favorece a proliferação microbiológica e compromete o produto. Nesses contextos, a limpeza que depende de enxágue cria um dilema operacional: higieniza, mas reumidifica. O Hig Dry responde a essa zona ao oferecer limpeza e sanitização sem etapa de enxágue, mantendo o controle microbiológico sem reintroduzir água no ambiente. É a resposta para quem precisa proteger a linha sem combater a umidade que tenta evitar. O ponto que fica de fora: a zona da drenagem Por fim, há o destino de tudo o que é arrastado da linha durante a produção e a limpeza. Ralos e sistemas de drenagem concentram umidade e matéria orgânica em condições que favorecem a proliferação microbiana, e o fazem fora do campo de visão do operador. É a zona que a inspeção de rotina menos alcança e que, por isso mesmo, costuma se tornar um reservatório de contaminação ignorado. O Hig Block atua exatamente nesse ponto, estendendo o controle microbiológico aos ralos e à drenagem, fechando uma lacuna comum nos planos de higienização. Cuidar do que já está visível é apenas metade do trabalho; a outra metade está no que ninguém costuma olhar. O mapa, não a peça Apresentadas isoladamente, cada uma dessas quatro frentes parece resolver um problema pontual. Vistas em conjunto, revelam algo mais importante: nenhuma delas, sozinha, protege a operação por completo. A detecção sem a cobertura deixa pontos conhecidos sem tratamento. A cobertura sem a atenção à drenagem trata a linha e ignora o reservatório. A leitura por zonas só entrega o seu valor quando a operação compreende que está lidando com um sistema, e não com uma lista de produtos. O diferencial não está em ter o instrumento certo para uma zona, e sim em enxergar o mapa inteiro e dimensionar a resposta de acordo com a realidade específica de cada planta. Foi essa a conversa que mais se aprofundou no estande da Higex: não qual produto resolve, mas como o meu processo, com a minha geometria, os meus setores e os meus pontos críticos, deve ser lido. Um evento essencial para o setor A FISPAL é mais do que uma feira comercial. É um espaço onde o conhecimento técnico circula, as conversas se aprofundam e a indústria de alimentos e bebidas se reconhece como comunidade. A participação da Higex em um evento desse porte reafirma a sua posição como referência em controle microbiológico industrial e amplia o contato com os diferentes segmentos que compõem o setor, da panificação aos laticínios, dos frigoríficos às bebidas. Cada operação tem o seu ponto mais vulnerável, e ele raramente é o mesmo de uma linha para a outra. Por isso o trabalho que faz sentido não começa por um catálogo, mas por um diagnóstico. Próximos passos Após a FISPAL 2026, a Higex segue fortalecendo as conexões estabelecidas durante o evento e levando essa leitura por zonas para dentro das operações de cada cliente. Mapear onde o risco microbiológico se esconde, considerando os setores em que você atua e os pontos críticos da sua linha, é a conversa que define um controle realmente eficaz. Sua operação sabe exatamente onde estão os pontos cegos do controle microbiológico? Fale com o time técnico da Higex e descubra como mapear riscos na sua indústria como superfícies críticas e ambientes de difícil acesso.

30/06/2026
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Presença da Higex no Simpósio Brasil Sul de Avicultura Reforça Compromisso com a Sanidade Global

A avicultura brasileira atravessa um período de intensas transformações. Entre os dias 7 e 9 de abril, Chapecó tornou-se o epicentro desses debates durante o 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA). A Higex marcou presença acompanhando de perto as discussões sobre o panorama econômico global e os novos desafios sanitários que moldam o setor produtivo. Um dos pontos altos foi a análise geopolítica que situou o Brasil como peça-chave na segurança alimentar mundial. Entender essas movimentações é fundamental para alinhar nossas tecnologias de desinfecção às exigências rigorosas do comércio exterior. O controle microbiológico eficiente garante muito mais que a permanência como país exportador livre de vírus, como a competitividade da proteína nacional lá fora. Circulando pela Brasil Sul Poultry Fair, feira que ocorre paralelamente ao simpósio, estreitamos laços com profissionais de diversos países, reforçando nossa estratégia de expansão pela América Latina iniciada em 2018. Ouvir as demandas de veterinários de campo e gestores industriais nos permite refinar o desenvolvimento de ativos, como os recomendados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) para contingências de Influenza Aviária. A biosseguridade moderna exige demanda inteligência aplicada. Participar de eventos dessa magnitude nos mantém atualizados para oferecer soluções que protejam a saúde animal e a produtividade dos nossos parceiros.

14/04/2026
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Gripe aviária na avicultura brasileira:

Biosseguridade e controle microbiológico com soluções Higex A gripe aviária recolocou a biossegurança avícola sob holofotes e mostrou que não basta “limpar bem”: é preciso controlar os microrganismos com precisão para manter granjas e agroindústrias protegidas, produtivas e em conformidade sanitária. Com 23 anos de experiência em controle microbiológico, a Higex atua exatamente nesse ponto, apoiando o setor na construção de planos de higienização e desinfecção que convertem protocolos em resultados concretos contra riscos como o vírus H5N1. Gripe aviária e o risco para a avicultura brasileira A influenza aviária, ou gripe aviária, é uma doença viral causada pelo vírus Influenza A que afeta principalmente aves, podendo assumir formas de baixa ou alta patogenicidade; entre elas, o subtipo H5N1 é o mais temido pela capacidade de provocar mortalidade elevada em plantéis comerciais. Em sistemas intensivos de produção de aves, um foco de influenza aviária desencadeia medidas como sacrifício de lotes inteiros, interdição de propriedades, criação de zonas de proteção e vigilância, com impacto direto em custos, imagem e acesso a mercados internacionais. O vírus se dissemina por contato com secreções respiratórias, fezes, água, poeira e superfícies contaminadas, mas também se desloca de forma indireta, aderido a equipamentos, veículos, roupas, calçados e outros vetores ligados à rotina operacional. Em um contexto de alta densidade de aves e grande movimentação de pessoas e insumos, qualquer falha na barreira sanitária ou na higienização de ambientes e equipamentos pode se transformar na porta de entrada para o vírus. Nos últimos anos, o Brasil atualizou planos de contingência para influenza aviária e doença de Newcastle, definindo ações coordenadas para prevenção, detecção e resposta rápida, com foco em proteger o status sanitário do país e a continuidade da produção. Para o produtor e a indústria, isso se traduz em uma exigência clara: biossegurança não pode ser apenas um manual na estante; precisa ser rotina incorporada ao dia a dia, sustentada por programas de controle microbiológico robustos e auditáveis. Biossegurança e controle microbiológico: o coração do plano Biossegurança na prática, não só no papel Biossegurança em granjas avícolas é o conjunto de medidas destinadas a impedir a entrada e circulação de agentes infecciosos, envolvendo desde o desenho das instalações até fluxos de pessoas, manejo de aves e gestão de resíduos. Na prática, isso inclui controle rigoroso de acesso, registro e higienização de veículos, uso correto de EPIs, gestão da destinação de carcaças e subprodutos, protocolos de entrada de insumos e uma rotina disciplinada de limpeza e desinfecção de todas as áreas. Em cenários de gripe aviária, essas medidas ganham peso ainda maior: a forma como a granja ou a planta industrial organiza seus fluxos e executa a higienização diária passa a ser determinante para reduzir a probabilidade de introdução do vírus e, caso ocorra um foco, para encurtar o tempo de resposta e retomada segura. Sem um plano de controle microbiológico bem definido, a biossegurança fica limitada à intenção, sem a efetividade necessária para enfrentar patógenos de alta importância sanitária. Pontos cegos da higienização A experiência acumulada em indústrias de alimentos e ambientes produtivos mostra que a maior parte dos problemas microbiológicos não surge nas áreas mais óbvias, e sim nos “pontos cegos” da higienização. Ralos, canaletas, estruturas elevadas, tubulações, dutos de ventilação, frestas, juntas, zonas sob equipamentos e áreas internas de máquinas tendem a acumular umidade e matéria orgânica, criando condições ideais para a proliferação de microrganismos. Quando esses reservatórios não são alcançados pela higienização convencional, continuam liberando agentes patogênicos para o ambiente, alimentando ciclos de recontaminação que podem persistir mesmo após limpezas rigorosas, comprometendo qualquer esforço para controlar agentes como o vírus da gripe aviária. Limites dos métodos convencionais Métodos convencionais de desinfecção, como pulverização manual e nebulização, continuam sendo importantes, mas possuem limitações físicas claras: alcance restrito, zonas de sombra, forte dependência da técnica de aplicação e dificuldade para atingir uniformemente estruturas elevadas, internas ou de difícil acesso. Em plantas complexas, com equipamentos de geometria variada, tetos altos, tubulações suspensas e áreas confinadas, sempre permanecem zonas subtratadas que permanecem como fontes silenciosas de contaminação. Essa diferença entre o que está escrito no protocolo e o que de fato é desinfetado no campo é uma das principais razões pelas quais surtos podem se prolongar ou reaparecer, mesmo em unidades que seguem rotinas rigorosas de limpeza. Reconhecer esses limites é o passo que abre espaço para tecnologias complementares capazes de ampliar a cobertura e a consistência da desinfecção, especialmente em momentos de maior pressão sanitária, como os períodos de maior risco de influenza aviária. Desinfecção aérea fumígena em instalações avícolas A desinfecção aérea fumígena foi desenvolvida justamente para enfrentar o desafio do acesso e da homogeneidade de aplicação, substituindo a tentativa de alcançar ponto a ponto pela estratégia de preencher todo o volume do ambiente com partículas desinfetantes ultrafinas. Liberadas em forma de fumaça, essas partículas se dispersam de maneira uniforme, alcançando tetos, vigas, estruturas suspensas, frestas, áreas internas expostas e demais superfícies onde a desinfecção convencional não consegue atuar com a mesma eficiência. Em instalações ligadas à avicultura, essa tecnologia pode ser utilizada em limpezas terminais após a saída de lotes, em períodos de vazio sanitário, em ambientes de apoio (como depósitos, câmaras, corredores técnicos) e em áreas de processamento e armazenagem conectadas à cadeia avícola. Quando integrada a um plano estruturado de higienização, a desinfecção fumígena contribui para a redução significativa da carga microbiológica ambiental, ajudando a interromper cadeias de transmissão que se mantêm em zonas de difícil acesso e reforçando as barreiras contra vírus, bactérias e fungos. Know-how da Higex e aplicações na cadeia avícola Fundada em 2 de fevereiro de 2002, a Higex soma 23 anos dedicados exclusivamente ao controle microbiológico em indústrias de alimentos, bebidas, produção animal e outros segmentos que exigem padrões elevados de higiene e segurança sanitária. Ao longo desse percurso, consolidou-se como referência nacional ao unir desenvolvimento e fabricação de soluções especializadas com suporte técnico consultivo, sempre orientado à melhoria da performance microbiológica nas plantas. A empresa foi pioneira no Brasil ao obter junto à ANVISA o registro de um fumígeno desinfetante para uso industrial, fruto de investimentos contínuos em pesquisa, testes de eficácia e validação em campo, permanecendo como a única fabricante nacional com essa tecnologia. O Fumitech, fumígeno bactericida e fungicida registrado na ANVISA (nº 340200037), possui eficácia comprovada contra o Vírus Gumboro com apenas uma hora de exposição, além de validações contra Salmonella, E. coli, Listeria e fungos como Aspergillus. Essa experiência se traduz em programas específicos para ambientes ligados à avicultura, como granjas, incubatórios, fábricas de ração ou unidades de abate e processamento, nos quais a fumegação é integrada a rotinas de limpeza e desinfecção para ampliar a cobertura em áreas de difícil acesso. Além da desinfecção por fumaça, a Higex oferece soluções para limpeza e desinfecção de superfícies, equipamentos e áreas de processo, bem como ferramentas de diagnóstico e monitoramento que ajudam a mapear zonas críticas e validar a eficácia dos planos de higienização. Essa abordagem baseada em dados e em acompanhamento técnico contínuo facilita a aderência às normas de segurança de alimentos, às exigências de planos oficiais de sanidade avícola e às principais certificações de qualidade reconhecidas internacionalmente. Um convite à ação estratégica Em tempos de gripe aviária, a diferença entre um plano de biossegurança que funciona no papel e um programa que protege efetivamente a operação está na capacidade de controlar microrganismos em todas as zonas do processo, inclusive naquelas que não se vê a olho nu. Com experiência técnica consolidada, tecnologia fumígena pioneira no Brasil e atuação consultiva junto ao cliente, a Higex está preparada para apoiar granjas, cooperativas, agroindústrias e integradoras na revisão de seus planos de higienização e na implementação de soluções de controle microbiológico à altura dos desafios impostos pela influenza aviária.

23/02/2026
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Como evitar contaminações microbiológicas na indústria alimentícia: práticas de higienização industrial para proteger sua produção

Contaminações microbiológicas Contaminações microbiológicas na indústria são uma das maiores causas de perdas, retrabalhos e riscos à segurança sanitária. Bactérias, fungos e vírus podem se instalar em áreas de difícil acesso, comprometendo toda a cadeia de produção. Por isso, empresas estão adotando tecnologias mais completas de higienização como o Smoke Tech, um desinfectante a base de fumaça que permite alcançar locais inacessíveis com facilidade e eficácia.   Mesmo com equipes dedicadas e protocolos de higienização rígidos, alguns pontos continuam sendo críticos: - Estruturas elevadas e dutos; - Frestas e cantos; - Equipamentos aéreos de difícil acesso ou com compartimentos apertados; - Ambientes amplos e/ou com baixa ventilação. Esses locais favorecem a proliferação de microrganismos e tornam essencial o uso de tecnologias de desinfecção aérea fumígena para uma higienização industrial eficaz. O que é Fumigação? A Fumigação é uma desinfecção aérea onde partículas ultrafinas são liberadas em forma de fumaça, preenchendo todo o ambiente e alcançando superfícies escondidas ou elevadas.   Essa técnica é especialmente útil para: - Reduzir riscos de contaminação cruzada; - Cobrir áreas onde desinfetantes convencionais não chegam; - Complementar o plano de higiene industrial; - Reforçar o controle microbiológico em etapas críticas do processo produtivo.   O SMOKE TECH, é formulado com o ativo ortofenilfenol (OPP) — reconhecido por órgãos internacionais pela sua eficácia antimicrobiana.   Por que esta tecnologia de desinfecção aérea está ganhando destaque nas indústrias? 1. Cobertura total do ambiente: a fumaça densa alcança áreas de difícil acesso 2. Alta eficácia contra microrganismos: o SMOKE TECH age contra bactérias, fungos e vírus, reforçando a segurança microbiológica. 3. Redução de exposição e maior segurança operacional: por ser aplicado à distância, reduz contato direto dos colaboradores com agentes químicos. 4. Economia de tempo e recursos: rápido, prático e sem necessidade de água, minimizando paradas produtivas. 5. Complemento ao plano de higienização: ideal para indústrias que buscam elevar seus padrões de segurança microbiológica. Para garantir máxima eficácia:   - Realize uma completa limpeza física prévia; a desinfecção não terá a mesma eficiência sem a remoção de sujidade. - Utilize a dosagem correta indicada pelo fabricante, conforme área e criticidade. - Use em ambientes onde seja possível conter a fumaça para ocorrer o contato desta, com todo ambiente e superfícies - Para validar a eficiência, realize monitoramento microbiológico antes e depois da aplicação e compare os resultados. - Documente todo o processo para auditorias e certificações (FSSC, BRC, ISO etc.). Essas práticas aumentam a confiabilidade do processo e fortalecem a cultura de segurança de desinfecção microbiológica.   Principais benefícios do SMOKE TECH no controle microbiológico: - Cobertura integral mesmo em locais de difícil acesso; - Ação comprovada contra bactérias, fungos e vírus; - Processo rápido, seguro e com mínima intervenção manual; - Complemento eficaz à limpeza e desinfecção tradicionais; - Redução significativa do risco de contaminação ambiental; - Versatilidade para diversos segmentos: frigoríficos, laticínios, panificação, bebidas, armazenamento, agrícola e muito mais. Tecnologias como o SMOKE TECH vêm se consolidando como soluções estratégicas para processos que exigem alto padrão de higiene, pois entregam cobertura completa, eficácia comprovada e segurança operacional. Se o seu objetivo é melhorar o controle microbiológico e reduzir riscos de contaminações microbiológicas invisíveis na produção, a desinfecção aérea pode ser o diferencial que faltava no seu plano de higienização. Quer entender como essa tecnologia de desinfecção á seco a base de fumaça se aplica na sua planta? A equipe técnica da HIGEX oferece avaliação, orientação e treinamento especializado.

23/01/2026
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Você sabe o que significa Fulfillment e a importância para sua empresa? 

Fulfillment refere-se ao processo de preparação e entrega de pedidos aos clientes, este processo inclui as etapas de armazenagem, embalagem, rotulagem e organização de uma transportadora para entregar as mercadorias. Também envolve fornecer atendimento ao cliente, rastrear pedidos, gerenciar devoluções e processar pagamentos para a empresa que contrata este serviço. Portanto, fulfillment é uma ferramenta que integra as áreas de logística, operações e atendimento, proporciona uma administração compartilhada, a previsibilidade de prazos de entrega e de aquisição de novos estoques. A empresa que presta serviço fulfillment deve possuir um espaço físico apropriado, a maioria delas não é projetada para armazenar estoque por mais de alguns meses, pois a ideia é oferecer soluções de atendimento simples, práticas e realizar o processamento de pedidos no menor tempo possível. Como surgiu o Fulfillment? Há um tempo atrás existiam muitas empresas que tinham muitos produtos para armazenar e enviar, consequentemente, tinham que lidar com a organização do armazenamento, preparação para envio, e envio de cada item para um cliente individual, isso significava um problema para as empresas, pois demandava de tempo e espaço, e desacelerava o processo de fazer negócios. Foi quando começaram a surgir empresas de atendimento de pedidos, fulfillment, as quais agora são um dos meios mais populares pelos quais uma ampla variedade de empresas em todo o mundo distribui seus produtos. Importância e benefícios do Fulfillment para sua empresa: O serviço fulfillment, cumpre uma função muito importante pois permite que as empresas deleguem suas operações da cadeia de suprimentos, isso economiza tempo e recursos para se concentrar em outras áreas de crescimento, como marketing, contabilidade, pesquisa e desenvolvimento de produtos. Além disso, fulfillment fornece às empresas flexibilidade para atender às demandas de diferentes temporadas de vendas. Um operador especializado em fulfillment é capaz de se adaptar à variabilidade da demanda dos clientes dependendo de suas necessidades, por exemplo, aumentando ou diminuindo a área de armazenamento ou o número de funcionários. O operador, também, prepara relatórios sobre suas atividades, para a empresa que contrata o serviço fulfillment, disponibilizando informação sobre o volume de vendas, número de devoluções, reclamações, etc. Fulfillment proporciona um adequado gerenciamento de estoque e permite a implementação de um processo consistente de coleta, embalagem, envio e sistemas de rastreamento integrados. Esta rede robusta também ajuda a reduzir os custos de envio. Por outro lado, gera maior nível de confiança por parte do consumidor, uma vez que fornece uma qualidade standard de produtos acabados e a entrega é garantida em qualquer cidade do território nacional na qual atua o parceiro logístico.   Etapas do Processo Fulfillment: Recebimento de pedidos de clientes: os pedidos entram na empresa que elabora os produtos por meio de vários canais como o site da empresa ou por meio de um mercado de comércio eletrônico. Esses pedidos serão enviados para a equipe do fulfillment para iniciar o processamento.   Processamento de pedidos: com o pedido do cliente em mãos, a equipe fulfillment deve localizar cada produto dentro do depósito, seguindo as técnicas adequadas de gerenciamento de estoque.   Acondicionamento do pedido: depois de processar o pedido do cliente, é hora de separar, embalar e rotular.   Envio: os produtos já preparados, são levados para um local onde são colocados em embalagens de comércio eletrônico. O pedido agora está pronto para envio e será enviado pelo serviço de remessa da empresa, por uma transportadora terceirizada ou enviado para remessa a granel no exterior. Uma data estimada de chegada também será gerada e enviada ao cliente.   Rastreamento de pedidos: depois que o pedido é separado, embalado e enviado, os clientes tem a opção de rastreá-los.   Processamento de devoluções de clientes: se os clientes devolvem o pedido, a equipe fulfillment é responsável em parte pelo processamento dessas devoluções. A parte financeira da devolução passará para a empresa produtora, e a equipe fulfillment deverá inspecionar os produtos e realocá-los no depósito. Esses produtos devem ter um tratamento especial, pois valem menos e não podem ser vendidos como novos. Fulfillment, é uma área de atuação relativamente nova dos prestadores de serviços e está constantemente se atualizando. As empresas fulfillment estão expandindo os serviços para seus clientes com atividades como o reparo ou renovação de produtos devolvidos, serviços financeiros e contábeis, centros de contato, programas de fidelidade, cupons, é também outros serviços oferecidos de acordo as preferencias de cada cliente como anexar manuais de instruções, folhetos em um idioma selecionado, etc. Referências bibliográficas: Kawa. Fulfillment Service in E-Commerce Logistics. Scientific Journal of Logistics. LogForum. 2017. Martins. Análise das estratégias de dropshipping e fulfillment no gerenciamento da cadeia de suprimentos de um e-commerce. Universidade Federal De Santa Catarina. Joinville. 2020. L. Croxton. The Order Fulfillment Process. The Ohio State University. The International Journal of Logistics Management. Volume 14, Number 1 2003. F. de Andrade. Terceirização De Operação E-Fulfillment em microempresas De Comércio Eletrônico Universidade Estácio – Recife. 2019.

13/07/2023
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Aflatoxina M1: Como evitar a contaminação na produção de produtos lácteos

Ocorrência de Aflatoxina M1 em produtos lácteos: A aflatoxina é uma micotoxina, produzida como metabólito secundário, por algumas cepas de fungos das espécies Aspergillus flavus e Aspergillus parasiticus, os quais desenvolvem-se em alimentos como amendoim, milho, feijão, arroz, trigo, nozes, sementes de algodão e contaminam também produtos de origem animal como ovos, carne, leite e derivados. Caracterizam-se pela elevada toxicidade que apresentam para humanos e animais, são estáveis em altas temperaturas, não são afetadas pelo frio, são incolores, inodoras e não alteram o sabor dos alimentos. As aflatoxinas de maior interesse para a saúde pública e segurança de alimentos são as identificadas como B1, B2, G1, G2, M1 e M2, os dois últimos foram detectados no leite resultantes do metabolismo das B1 e B2. As aflatoxinas recebem as denominações, B (Blue=azul) e G (Green=verde), devido suas características fluorescentes quando expostas à luz ultravioleta, a designação M (Milk toxin) é dada por ser uma toxina excretada no leite. Mecanismo de contaminação do leite e produtos lácteos por Aflatoxina M1: A ocorrência de aflatoxina M1 em produtos lácteos começa com a contaminação de produtos agrícolas destinados a ração animal, como amendoim, farinha de milho, farinha do caroço de algodão, etc. Estes produtos podem ser contaminados com aflatoxina B1, quando são expostos a fungos e esporos presentes no ambiente durante a colheita, secagem, armazenamento (principalmente em locais úmidos e sem ventilação), processamento e transporte inadequado. Quando o animal consome a ração contaminada com aflatoxina B1, esta é absorvida via trato gastrointestinal, passando ao sistema sanguíneo e transportada para o fígado onde é metabolizada. Uma parte da aflatoxina é fixada nos tecidos hepáticos, outros metabólitos são excretados via bílis, através das fezes, outros produtos de degradação da aflatoxina B1 (a aflatoxina M1) são excretados no sistema circulatório sanguíneo e finalmente transferido para o leite, ovos, músculos e demais tecidos comestíveis do animal (DENNIS & HSIEH, 1981). Consequências da ocorrência de aflatoxina M1 em produtos lácteos: A ocorrência de aflatoxina M1 em produtos lácteos destinado ao consumo, é altamente preocupante para saúde pública e segurança de alimentos, por isso a OMS recomenda a redução do consumo de aflatoxina M1 para um nível que minimize o risco potencial de sua ingestão. Consequentemente, muitos países, inclusive o Brasil, regulamentaram o limite máximo permitido de aflatoxina M1 no leite, sendo 0,5 µg/Kg em leite fluído e 5,0 µg/Kg para leite em pó (Mercosul, GMC/RES. n°56/94; RDC Nº722, 2022). Os efeitos que causa a aflatoxina M1 à saúde estão influenciados pela idade, estado de saúde nutricional, sexo, exposição a outros agentes químicos, dose e período de exposição. Vários estudos sugerem uma associação da aflatoxina ao câncer no fígado, podendo induzir também a cirrose hepática, diminuição da resistência imunológica propiciando surtos de hepatites virais tipo B, estando também associada à Síndrome de Reye, febre, convulsões, vômito, coma, etc. (MALLMANN et al., 2003), podendo afetar também o pâncreas e o baço. Além de representar riscos à saúde, a contaminação por aflatoxinas também representa importantes perdas econômicas, que compreende perdas diretas de produtos agrícolas e produtos lácteos, afeta a saúde do animal aumentando a morbidade e mortalidade, gera doença em humanos, diminui a produtividade etc., e custos indiretos como a aplicação de sistemas de controle, custos de remoção da toxina para recuperar produtos e rejeição de produtos contaminados (SCUSSEL, 1998). Como controlar a contaminação por aflatoxinas em produtos lácteos: A presença de aflatoxina M1 no leite e derivados depende da qualidade da ração animal, por sua vez a contaminação da ração animal depende de fatores ambientais como umidade, ventilação, temperatura, pH e presença de substrato durante os processos de secagem, fabricação, armazenamento e transporte. Sendo as condições ótimas para a produção de aflatoxinas, temperaturas de 24°C a 35°C e umidade relativa cerca de 70%. Por isso, para diminuir a contaminação por aflatoxina B1 e, como consequência, reduzir a conversão em aflatoxina M1, que posteriormente é excretada no leite, é necessário levar um controle da produção de ração animal desde a origem. Sendo assim, é fundamental: Implementar boas práticas agrícolas no manejo pré-colheita e pós-colheita de alimentos destinados a animais, incluindo armazenamento, secagem e transporte. Realizar controle da umidade e temperatura das instalações onde é armazenada a ração. A ração deve ser de procedência confiável, se possível com laudos quanto à ausência de micotoxinas nesses alimentos. Inspecionar e descartar alimentos contaminados manualmente também é uma medida útil para controlar o crescimento de fungos. Adotar práticas de higiene adequados para ambientes de processamento de alimentos, como processos de higienização a seco que ajudam a manter a umidade do ambiente em baixas proporções. Estudar a aplicação de determinados sistemas de pasteurização, esterilização, evaporação, secagem roller e spray, para conseguir reduzir a contaminação de aflatoxina M1 no leite. Referências bibliográficas: S. Magalhães; M. C. Sola. Identificação de aflatoxinas no leite e produtos lácteos: Revisão de literatura. Research, Society and Development, v. 10, n. 8, e50510817586, 2021. Ledo; K. A. Hettinga; J. B. Kussaga. P. A. Luning. Implications of differences in safety and hygiene control practices for microbial safety and aflatoxin M1 in an emerging dairy chain: The case of Tanzania. Food Control. Volume 118, December 2020, 107453. C. Ramírez Baggio. Aflatoxina M1 em leite. A. Fernandes de Oliveira; P. M. L. Germano. Aflatoxinas: conceitos sobre mecanismos de toxicidade e seu envolvimento na etiologia do câncer hepático celular. Rev. Saúde Pública. Publicado em 2001. X. de Farias; O. Freitas-Silva; M. H. de Moraes. Aflatoxina M1 em leite, um risco para a saúde pública. Embrapa, Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento. ISSN 0103-6068 67. Rio de Janeiro. 2005. Gonçalez; J.D. Felicio; M.M. Pinto; M.H. Rossi; J.H.C. Nogueira; S. Manginell. Ocorrência de aflatoxina M1 em leite comercializado em alguns municípios do estado de São Paulo. Arq. Inst. Biol., São Paulo, v.72, n.4, p.435-438, out./dez., 2005. Cantanhede. Aflatoxina M1: Pesquisa mostra riscos no leite in natura. Food Safety Brazil. 2017.

07/06/2023
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